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| Famílias
que se Reencontram |
José
Geraldo da Silva Moraes
Família Encontrada
Registro aqui, minha profunda gratidão,
pelo reencontro de minhas primas, Ana Lúcia
Dias e Maria Nelci da Rocha Fantinelli, graças a eficiência
do conceituado Site www.filhosadotivosdobrasil.com.br. edealizado
e dirigido pelo SR. José Ricardo Andrade Fischer.
Sinto a necessidade de que, outros veículos de comunicação,
unam suas forças no sentido de melhor divulgar este
site espetacular.
Quantas lágrimas, tristezas, sofrimentos, depressões
e saudades tem este site diminuído! A
começar pelas minhas primas!...
Finalizando, aceitem por favor, minhas considerações
e elevada estima.
Cordialmente:
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Sou
sobrinho de Maria Noé Moraes, e Neto de João Gomes
de Moraes e Ana Maria Moroaes, no Rio de Janeiro, o meu celular
é 021 - 9135-3245.
Estou muito feliz, nem sei como expressar o meu agradecimento.
Deus vos abençoe.
Grato por tudo.
José Geraldo da Silva Moraes
jgsilmas@ibest.com.br
021 9135.3245 / 021 9135.3245 |
Ana
Dias - 100 - Família
Encontrada
Fui adotada com quase um ano de idade. Minha família
biológica me procurou, eu tinha mais ou menos 15 anos
de idade, não quis conversa com elas. Quando estava para
me casar com mais ou menos meus 25 anos, minha irmã biológica
me procurou, mais uma vez fui grosseira com ela e pedi que nunca
mais me procurasse e foi o que ela fez, nunca mais me procurou.
Há algum tempo tenho pensado muito em minha mãe
e irmã, tenho muita vontade de encontrá-las para
poder pedir desculpas por coisas que lhes disse. Queria poder
dizer a elas que hoje não tenho mágoas não
tenho raiva e não julgo mais ninguém. A vida me
ensinou que mágoas não levam a nada, a vida me
ensinou a ver que minha mãe me amava quando me deu para
adoção e ela devia ter os motivos dela para fazer
isso. Hoje só quero vê-las para poder recuperar
o tempo perdido até aqui.
A única coisa que tenho é o nome de minha mãe
biológica, Maria Noé Moraes, os pais dela são:
João Gomes de Moraes e Ana Maria de Moraes.
Sei que tenho irmãs. Uma delas se chama Nelci (Nelsi),
está é mais velha do que eu foi quem eu conheci
e não quis conversar. A outra se chama Ana Cristina conforme
minha irmã Nelci falou um dia, e deve ser mais nova do
que eu. Sei que na época em que nos falamos elas moravam
em Canoas. Isto é o que sei de minha família biológica.
Muito Obrigado pela atenção.
Porto Alegre - RS
Fone 51 3351.4812 |
Ana
Paula dos Santos Dias - 125 - Família
Encontrada
A História que me contaram:
Nasci no dia 14 de janeiro de 1981, às 00h30min no hospital
São Camilo de Esteio.
Minha mãe biológica, perguntou a enfermeira se
não conhecia alguém que pudesse ficar com o bebe
dela, pois ela trabalhava em uma casa de família e seus
chefes iriam viajar para fora do país e ela teria que
ir junto e não poderia levar o bebe.
Está enfermeira que e parente de minha família
entrou em contato com minha mãe de coração
e disse que poderia me buscar no hospital, pois sabia que ela
não poderia mais ter bebe e que desejava muito ter uma
menina.
O que pesquisamos.
Mario Oscar Vaeza Dotta
Foi casado com Ana Maria Del Rosário Hernandes Zito Vaeza.
(que tem um filho de outro casamento mais novo Jean Blascoski)
E teve 4 filhos:
Florencia Paula Vaeza Zito
Jordana Thaiz Vaeza Zito
Damian Marcos Vaeza Zito
Fernando Eugenio Vaeza Zito
Sua
segunda esposa foi Mary Kalhert com quem teve uma filha Marie
Kalhert
Como
gostaria muito de saber o restante da estória, acabei
encontrando uma comunidade no orkut, e através disso
conheci SANDRINHA!!!!, Ela me ajudou muito junto a sua comunidade
e me pediu que escrevesse meu caso também no site dos
filhos adotivos do Brasil.
Ela
me disse que o caminho era tentar pistas com o hospital, já
que a intermediadora dizia não saber de mais nada. Mas
o hospital garantia ter incinerado todos os arquivos com mais
de 20 anos.
Mas Sandra disse que eu deveria ir ao fórum tentar algo
com a defensoria publica.
Neste meio tempo liguei para o hospital, e disse que era aluna
de uma escola da cidade e estávamos fazendo uma gincana,
e precisávamos dos nomes das crianças nascidas
no 1º mês de 1981. Uma moça me deu a informação
que existia um arquivo que continham esses dados.
Então fui ao fórum e expliquei o caso ao defensor
e consegui um ofício que me autorizava a ter acesso ao
arquivo.
No hospital havia um parto que fechava exatamente com meu horário
de nascimento, e o sexo do nenê.
Após este o segundo parto de menina aconteceu só
umas 10 horas depois.
Então voltei a entrar em contato com a intermediadora,
perguntei a ela se não sabia de mais nada, Ela apenas
disse que lembrava que o 1º nome da moça era Maria,
que aparentava entre 17 e 20 anos, mas que tem certeza que meu
horário de nascimento do registro de nascimento estava
certo, pois quando minha mãe veio me buscar, foi ela
que entregou um papel com o nome da bio e o dia e data de nascimento
para que ela pudesse me registrar certinho, mas acabei sendo
registrada com os dados certos, mas em nome de minha mãe
de coração.
Com isso conclui que só poderia ser está.
E começamos a pesquisar o nome descoberto:
MARIA ABEGAIR DORNELES DA SILVA
Encontramos
uma pessoa com este nome em Porto Alegre, mas o CPF estava cancelado
a anos, e um processo deste nome junto a um nome de homem Mario
Oscar Vaeza Dotta, E enquanto continuávamos pesquisando,
voltei ao defensor e pedi que me desse uma autorização
para poder ter acesso a cópia do prontuário, pois
acreditávamos que poderia conter algum nº. de documento
ou algum outro dado concreto.
Este 2º oficio me permitiu ter a cópia do prontuário,
porém no prontuário, só constava o nome
que já sabíamos, a idade e um endereço.
Meu marido foi até o endereço pra ver se tinha
alguma notícia( pois foi ela quem buscou a resposta do
oficio no hospital) Não havia ninguém, mas consegui
falar com a vizinha que disse ter conhecido a Maria Abegair,
confirmou que ela era empregada na casa nos anos 80, mas disseram
que ela não era uma pessoa muito confiável até
porque fugiu com o patrão. porém nenhum dado mais
certo.
Então pelo endereço conseguimos localizar um telefone
residencial, liguei e falei direto com a dona da casa, Ela se
identificou como MARY, disse que casou se com Dotta, e ele veio
morar em Esteio e trouxe seus 4 filhos, como ela trabalhava
fora contratou uma empregada para cuidar das crianças,
porém a empregada acabou tendo um caso com seu marido
e fugiram juntos levando as crianças. Disse que a família
dela era de São Miguel d' Oeste/SC, mas não sabia
do paradeiro de mais nenhum deles.
Mesmo com estas informações acreditei que pessoalmente
talvez pudesse saber de algo a mais.
E dias depois fui pessoalmente falar com ela, cheguei na sua
casa sem identificar a estória, pois se eu era filha
de Abegair, talvez pudesse ser fruto da traição
dos dois e tive medo de sua reação.
Mary me recebeu muito bem, disse que procurava por Abegair e
Mario por causa de um processo. Ela em seguida me disse que
imaginava que eu era filha de Abegair, pois quando ela veio
trabalhar na casa, veio grávida, mas escondeu, e quando
apareceu a barriga, disse que não queria ficar com o
bebe, ganhou a menina e pediu para que Mary entregasse em um
abrigo, Mary disse que está menina foi entregue com todos
os dados de sua família, afinal foi ela quem a deixou
o bebe no abrigo, disse que um dia voltou do trabalho mais cedo
e surpreendeu Mario e Abegair na cama, mandou ele embora, mas
ele fugiu levando a empregada (Abegair) e seus filhos. Mas quando
eles fugiram Mary contou que estava grávida, meses depois
nasceu Marie sua filha e de Dotta, que ele não registrou
nem assumiu.
Disse que depois descobriu que enquanto morou na sua casa ela
tbm engravidou de Mario, mas fez um aborto.
A única coisa de concreto que me soube dizer foi o nome
dos 4 filhos de Mario, e um irmão dele que tem um hospital
em Montevidéu.
Agradecia a ela, mas não revelei minha verdadeira intenção.
Um amigo conseguiu descobri os dados da identidade de Abegair
e com isso descobrimos que ela renovou a identidade ou morou
no Chuí/RS, e outr amigo conseguiu descobrir que foi
no ano de2003/2004 que Abegair esteve por lá.
Sandra encontrou também uma Marina Gianella H. Zito Reimundo
em Porto Alegre e deduzo que fosse irmão de Rosário,
Entrei em contato. Até então tudo era suposições.
Entrei em contato com marina, e ela foi ríspida, queria
saber o motivo de minha busca, queria saber se eu era a filha
de Dotta de Esteio, a Marie, se eu queria reivindicar por ser
filha de Dotta, expliquei que os procurava por que minha mãe
conheceu Dotta a uns anos atrás e gostaria de saber se
ela ainda está vivo e se mora no Brasil. ela não
me deu muitas informações, mas confirmou que dotta
foi casado com Rosário, ele ainda está vivo. Somente
isso se quisesse saber de mais alguma informação
deveríamos marcar um dia que ela pudesse me ver para
conversarmos.
Assim passamos a pesquisar o nome dos filhos, E Sandra descobriu
Uma Florência com mesmo nome em tapes, cidade que fica
a uns 110 km de PoA. Dias depois de muita pesquisa, descobrimos
um nome de ana Maria del Rosário Hernandes Zitto Vaeza,
que deveria ser mãe de Florência também
residente em tapes.
Resolvemos ir a tapes, mesmo tendo informações
que Rosário havia se mudado tinha esperanças de
encontrar com Florência.
Chegando em tapes, fomos ao endereço de Florência
uma senhora informou, que ela não morava mais na casa
desde 2004, tinha voltado para o Uruguai, mas sua mãe
ainda morava em tapes.
Fomos ao endereço de rosário, a casa estava fechada,
conversamos com vizinhos, uma moça disse ser amiga de
Rosário, falou que ela tem um filho de um outro casamento
que se chama Jean Blaskoski que tem mais ou menos 19 anos, e
passou no vestibular em caxias, como Dona Rosario não
queria deixá-lo ir sozinho para outra cidade o acompanhou
e vai ficar até as férias morando com ele em uma
colônia de estudantes.
Conseguimos o celular do Jean com esta moça. E partimos
para Caxias do Sul.
Chegamos em Caxias já eram umas 18:00 horas, e liguei
para o nº do celular que conseguimos, informei que era
uma representante da Tim e gostaria de enviar a ele um chip
com uma promoção e uns folder. Poder-se-ia confirmar
seu endereço. Ele me confirmou o endereço de |tapes!
Puxa vida! No final da ligação, perguntei se ele
poderia me informar em que cidade e bairro estava hoje, ele
informou que estava na cidade de Caxias no bairro Petrópolis.
Fomos atrás do bairro, e descobrimos que tem dois prédios
com apartamentos alugados somente para estudantes. Mas não
conseguimos localizá-lo falando com as sindicas, ninguém
lembrou dele ou de rosário.
Pensamos em ir embora, mas meu marido Rodrigo, disse que não
valia a pena estávamos ali.
Pedi a ele que ligasse pra Rosário e falasse a verdade.
Afinal eu recém tinha ligado e conseguido o endereço.
Ele ligou e contou minha estória, disse que passamos
o dia viajando para ter qualquer tipo de informação
que nos levasse a Abegair, ou pelo menos que me fizesse entender
minha estória.
Ela foi firme em dizer que não podia cooperar com nada,
Que quando tudo aconteceu Dotta já não era mais
seu marido, também não poderia nos receber.
Liguei de novo, desta vez fui eu mesma que implorei por qualquer
dica, só queria conversar com ela nada mais.
Ela me perguntou várias vezes o que queria com Dotta,
que ela não tinha mais nada, estava vivendo de forma
humilde com e morando com seu filho no Uruguai.
Disse que eu estava muito desesperada, atrás de que.
Tive que explicar muitas vezes pra ela que não era Marie,
filha de Dotta e sim Filha de Abegair empregada, não
quero nenhum tipo de bens, mas sim conhecer alguém que
possa me ajudar.
Ela afirma que estória não fecha, pois em 1981,
Abegair já era amante de Dotta, então eu seria
filha dele.
Deixei bem claro que não me interessava ser filha dele
ou não, queria saber sobre os filhos dela ou Dotta pra
entender minha estória.
Ela disse que saber de uma pessoa que me deixou é muito
pouco, para que eu tivesse assim correndo atrás.
Desabei no choro... Disse que o que parece pouco pra ela é
muito pra mim...
Ela se rendeu, deixou-se envolver e disse que não poderia
me ajudar, mas me daria o telefone de florência, pois
ela morou com eles e poderia me ajudar...
Mas senti que ela também se emociono, e mesmo do jeito
dela abriu o coração.
Funcionou a tese da Sandrinha: " Por mais dura ou ruim
que seja alguém, todos tem um lado bom"
Chegamos em casa muito tarde, e deixei para ligar para Florência
no outro dia.
Domingo quando consegui entrar em contato com Florência,
já imaginei tudo de novo, teria que implorar pra ter
uma informaçãozinha.
Mas ela me atendeu, E já fui direto ao assunto, expliquei
que sou filha de Abegair, que não quero dinheiro nenhum,
mas quero saber da minha estória, conhecê-la ou
pelo menos ver fotos.
Ela foi logo receptiva, conto que tinha 9 anos quando tudo aconteceu
que lembra de muita coisa. E quer muito me conhecer.
Foi muito emocionante, pois eu e ela choramos juntas... Ela
disse que não preciso ter medo, afinal não importa
o que aconteceu, eu era um bebe e não tive culpa de nada.
Disse-me que a uns 10 anos Abegair e seu pai se separaram e
não tem mais contato, mais iria procurar saber se o Pai
dela sabe alguma notícia dela. Pediu que eu retornasse
uns dias depois.
Passando uma semana liguei e ela disse que perguntou ao seu
pai e ele só soube dizer que o nº. dela existe no
guia telefônico do Uruguai, E Florência me deu este
nº.
Explicou-me que em janeiro de 2008 virá ao Brasil e quer
muito me contar o que sabe. Ficamos combinadas de quando ela
vier me ligar nos despedimos e agradeci muito a ela por tudo.
No outro dia contei isso a sandrinha, sandrinha achou um guia
telefônico on-line do Uruguai, neste guia existia dois
telefones em nome de Maria Abegair Dorneles da Silva, um era
igual o que Florência me deu e outro diferente e constava
em outro endereço.
Resolvi ligar, o 1º que era igual que Florência havia
me dado passei dias tentando mais ninguém atendia, e
o outro logo na 1º tentativa alguém atendeu, porém
não falava português tentei explicar que procurava
por Maria, mas nada.
Um dia de noite resolvi tentar de novo, Só que desta
vez atendeu alguém em espanhol, mas quando ouviu minhas
palavras me respondeu em português ser Maria, então
perguntei se era Brasileira, seu nome completo e disse que precisava
que me confirmasse só mais um dado que ai poderia explicar
a ela o motiva do meu contato. Perguntei se algum dia havia
morado na cidade de Esteio/Rs.
Quando a resposta foi afirmativa. Falei eu sou a menina que
em 1981 vc deixou no hospital, Ela ficou muda!!! Daquele momento
em diante a senti mais fria.
Tive muito medo de uma rejeição, porém
era necessário, enfrentar, Será pra mim ainda
melhor que a dúvida.
Ela explicou que na época não teve outra escolha,
disse que minha atitude em procurá-la pra ela foi algo
inesperado, então explicou que é casada mais o
marido não sabe de nada disto, ela terá que contar
e precisar ai de um tempo pára isso, na hora já
imaginei que ela tivesse querendo fazer isso pra me evitar,
Ela pediu meu nº. de telefone e disse que assim que resolvesse
me retornaria. Não acreditei muito.
Mas ela afirmou que antes do natal me ligaria.
Dia 15/12 sábado, ela me ligou dizendo que já
havia contado para o seu marido e que estava embarcando para
Porto Alegre e gostaria de saber se eu poderia buscá-la
no domingo de manhã.
E assim foi, domingo às 8:00 ela me ligou dizendo que
estava a minha espera no balcão de informações
da rodoviária em Porto alegre.
Fui direto pra lá, E o 1º encontro fui só,
a 1º vista nos cumprimentarmos ela chorou e me contou sua
história, disse que também era adotiva que havia
passado muito trabalho, pois seus pais adotivos haviam morrido
e seus irmãos não a quiseram assumir, então
muito cedo veio do interior para morar e trabalhar em uma casa
de família. Onde ia passar as férias na sua cidade
natal em uma destas idas voltou grávida, a sua chefe
disse que só poderia a acolher até o bebe nascer,
procurou por seus familiares ninguém se disponibilizou
a ajudar e disse que o rapaz também não quis ajudar.
Disse que no dia 14/01/81 sentiu muitas dores a noite e foi
sozinha ao hospital onde teve o bebe(EU), contou sua história
a uma enfermeira, a qual disse que conhecia um casal que queria
muito um bebe.
Assim no outro dia ele deu alta, e deixou o bebe aos cuidados
da enfermeira. Voltou pra casa onde trabalhava e passando alguns
meses se envolveu com seu chefe, disse que a família
dela a ajudava muito, e um dia resolveu ir para o Uruguai com
ele e seus filhos.
Ele terminou seu casamento, pois já havia se envolvido
com Maria Sbegair, e seguiram levando seus quatro filhos que
era do seu 1º casamento para montevidéu. Foram casado
por alguns anos...
Uma dessas crianças era "Florência",
a filha mais velha, por isso el diz lembrar de algumas coisas,
e pretendo conversar com ela , pois algumas coisas não
perguntei, Tive medo de transformar nosso dia somente em um
questionamento.
Disse que depois de alguns anos resolveu ter um filho, porém
acabou tendo várias tentativas frustradas, não
consegui chegar ao final da gestação.
Depois de algum tempo teve que fazer uma cirurgia onde tirou
o útero e não mais teve filhos.
Não sei se tudo que ela me disse é verdade, até
por que acredito que o filho adotivo por ter vivido está
curiosidade, e muitas vzs ter oprimido isso por tanto tempo,
acaba querendo saber tim-tim
por tim-tim.
Enfim depois de nossa conversa apresentei minha família
a ela, meu marido e meu filho.
Saímos juntos passeamos, Mas chegado o fim do dia ela
precisava voltar teria que trabalhar no outro dia, então
a levamos na rodoviária as 20:00 h, na hora da despedida
senti que o que era apenas uma necessidade de matar a curiosidade,
havia se transformado em sentimento. Nos abraçamos e
choramos, dizemos uma a outra que agora não mais iremos
perder o contato, e que se der tudo certo no ano que vem, talvez
no inverno eu, meu marido e meu filho iremos lá conhecer
onde ela mora.
Estou te enviando as fotos, de nós juntas...
Uma delas são flores que ela me deu...
Bom este foi com certeza o presente de natal adiantado que ganhei!
Acredito que só sabe o valor deste encontro um filho
adotivo, ou uma mãe biológica, Pois muitos passam
a vida todo a criar ilusões sobre este encontro.
Venho
parabenizar o teu trabalho, pois o site tem grande valor,
pois divulga, mas tenho achado que além da divulgação
as pessoas devem pesquisar muito, A pesquisa vai fazendo com
que os fatos apareçam e se encaixem.
Como você pode ver, eu descobri a irmã da 1º
esposa do uruguaio, que também hoje em dia mora em
Por Alegre, Porém a única coisa que ela tinha
em comum era um dos sobrenomes ZITO.
Acredito que devemos nos esforçar mais, par manter
o site, pois imagino que não existe causa sem simpatizantes,
E tanto vc quando a Sandrinha e sua comunidade precisam arrecadar
fundos para manter o site e consultar CPF, e tudo o resto.
Agradeço tua atenção.
Espero poder te falar pessoalmente no próximo encontro.
Um Feliz natal e um 2008 cheio de amor, paz e saúde!!!
Qualquer dúvida me escreva
Ana Paula dos Santos Dias
|
Esse
é o espaço para mostrarmos o resultado
das nossas procuras. Aqui você pode contar como
foi o reencontro com sua família biológica.
Dúvidas ou informações, pelos telefones:
(51) 3493.4647 / 8415.5225 |
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